CBMM e Prefeitura avançam para viabilizar a construção do Hospital Municipal
Na quarta-feira passada (04), representantes da CBMM e da Prefeitura e Araxá se reuniram na sede do executivo araxaense para tratar da construção do Hospital Municipal. O encontro teve como objetivo reafirmar a parceria iniciada no final de 2025 e alinhar os próximos passos relacionados ao projeto. Pela administração municipal, participaram do encontro o prefeito Robson Magela; o procurador-geral do Município, Jonathan Ferreira; o secretário de Governo, Rick Paranhos; o secretário de Saúde, Sebastião Donizete de Souza; o secretário de Obras Públicas, Gustavo Lima; e o secretário de Meio Ambiente, Vinícius Martins. Pela CBMM, estiveram presentes o presidente Ricardo Lima, o diretor industrial Alexandre Reple, a diretora de relações institucionais Renata Ferrari e o gerente de engenharia Leonardo Rocha. Durante a reunião, a equipe da Prefeitura apresentou dados sobre a demanda da saúde pública no município, as necessidades prioritárias, a possibilidade de execução da obra em etapas e a seleção técnica dessas fases, considerando o crescimento populacional, o atendimento regional e a sustentabilidade do projeto. Já a CBMM confirmou o compromisso de apoiar o município com recursos destinados à aquisição do terreno onde o hospital deverá ser implantado. Além disso, a companhia trouxe sua equipe de engenharia para conhecer o projeto existente e avaliar tecnicamente a proposta apresentada pela Prefeitura. Outro ponto pactuado foi o apoio da mineradora na conclusão dos projetos executivos do hospital. A partir dessa etapa, também será realizada uma análise, por parte da empresa, sobre a possibilidade de colaborar com a construção da primeira fase da obra, sem, neste momento, haver confirmação de aporte para essa etapa. O prefeito Robson Magela ressalta que o projeto é planejado para atender ao crescimento de Araxá e às demandas futuras da saúde pública.
“Araxá cresce muito e é sede da microrregião, então precisamos pensar grande. Esse hospital vai atender necessidades importantes, como a implantação de UTI neonatal, e deixar uma estrutura compatível com o porte que a cidade terá nos próximos anos. É um projeto audacioso, mas possível, que exige planejamento e construção em etapas”, afirma.






